Objeto-espaço-vestível-dialógico (2ª Versão)

     Após orientação em sala de aula, o aparato pensado incialmente sofreu algumas modificações. A ideia central continua sendo de aproximar pessoas que vivem em um mesmo lugar, uma vez que, com a quarentena, o convívio acabou sendo banalizado. Assim, o contexto de utilização seria inicialmente no espaço da sala de uma casa. No caso, levei em consideração o espaço em que vivo. 

    O objeto seria constituído de diferentes texturas e diferentes tecidos de modo a estimular interação entre usuários e com o próprio objeto também. 

    Na parte superior, o uso seria de um tecido com uma textura mais destacada, como por exemplo um dupla face de lantejoula, verde e prata. O tecido restante puxaria para o tom cinza. O uso das cores verde e cinza/prata seria para se integrar ao espaço da minha sala, que tem essas mesmas cores.

    Além disos, a interação seria incentivada com pompons (quem não fica feliz de apertar um objeto tão macio?), estimulando o tato, e sachês de chá (quem sabe pegar um para fazer com uma água quentinha?), estimulando o olfato.

    Outras linhas envolveriam o objeto também. Na parte da cintura, seriam mais largas  e folgadas, para que outra pessoa entre nesse intervalo. Nos braços, linhas seriam mais soltas de maneira a deixar ainda mais possível a exploração que depende dos usuários. Um segundo usuário poderia, por exemplo, enrolar no braço do primeiro, enrolar no seu, enrolar nos dedos...

    O nome "Chega Junto: Quarentenados" foi provocado pelo contexto de utilização. 






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